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Marradas, cornadas, coices e algumas lambidelas
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domingo, 3 de janeiro de 2010

Nós as Vacas



E o mar dos Açores ao fundo...

domingo, 13 de dezembro de 2009

Silêncio



Silêncio.

Não.

Sim e um grande sorriso.

Um olho no outro e os dois que sabem que aparecem ainda mais quando se escondem.

É tudo...

É só.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Eu também tenho saudades....



E não estou ausente com gripe dos Porcos, das galinhas nem das cabras. Se a gripe me apanhar, há-de ser a da minha espécie, que eu não gosto de javardices...
Mas tenho tanto, tanto, tanto, tanto que fazer que, quando fico com um tempinho de sobra para vir para aqui despejar palavras, sinto que elas me fogem e não as consigo apanhar e organizar para registar os mil assuntos que me apetecia comentar....
Fica a promessa de que um dia destes............

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

La vie en rose

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É só mais uma semanita para poder fugir...
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Já tenho la valise pronta! ;)
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Cai neve em toda a parte...

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Trálarálárá (letra e música de José Cid).

Neve, neve, neve, neve.

Lindo. Paisagem magnífica. As muralhas e o castelo, os jardins, os passeios, os telhados, tudo branco. Lindo. Não é como na Suiça, ou como na Alemanha, é uma nevezita modesta, mas linda.

Anda tudo a passear. Ninguém trabalha. Afinal não há crise, está a nevar.

Não há transportes públicos, por causa da neve, o trânsito está um caos no centro da cidade, por causa da neve, a estrada para Braga está cortada, a estrada para Vizela está cortada, por causa da neve...

Chiça. Ainda bem que é só uma nevezita modesta. Se continua a nevar assim por mais tempo pára o mundo. Ou pelo menos pára o país, porque este clima temperado, que nos coze no Verão, e congela no Inverno não se aguenta... E ninguém consegue aquecer as nossas casas, nem conduzir nas nossas estradas...

Tarde de folga forçada. Não posso ir para lado nenhum. Tenho frio!

Claro que há crise. Cada vez que muda o tempo, pára-nos o relógio...

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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Plim plim plim...

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É quase Natal, é quase Natal... trailarailarai (ainda mato alguém por causa destas musiquetas...)
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Agora só me faltam o raio das compras (havia de ser esta a única altura do ano em que não me apetece comprar nada...) e resolver todas as carrilhadas de trabalho, entre duas ou três greves e uma manif e umas ampolas de magnésio, para poder tirar uns ricos dias de folga, antes de ter de ir lançar o bafo para cima do Menino no presépio... (se pelo menos fosse um gajo jeitoso!!)
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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

In-Segurança Social

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Muito se tem falado do simplex e da necessidade de desburocratizar os serviços de atendimento ao público.
Não sei se acho bem.
Acho que a burocracia é uma instituição com tradição e eu estou bastante habituada a não perceber nada de papeis, nem de quantos papéis tenho de entregar, nem de onde ou a quem os devo entragar e gosto de perder dias inteiros em repartições a ser reenviada de guichet em guichet com semi-informações contraditórias e arrancadas a ferro. São dias felizes, em que me sinto portuguesa até à raiz das unhas (e com alguma vontade de as espetar em alguém). São dias úteis, porque são dias em que percebo que tenho mais que fazer... Dias em que arranjo mil e um assuntos sobre o que falar durante meses.
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As repartições da Segurança Social são o bastião portugês da melhor burocracia que por cá se arranja. Não há uma única vez que eu me tenha dirigido a uma sem que tenha saído de lá (pelo menos duas ou três horas depois) sem assunto para comentar. Nunca falha. Ou melhor, falha sempre muita coisa...
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Por exemplo, desta última vez, depois de esperar duas horas e meia pela minha vez (nem foi assim tanto), sou atendida por uma funcionária cheia de pressa, que me despachou e disse que não tinha tempo para responder às minhas questões, porque eram 12h55 e ela saía às 13h00... e se não se despachasse ia ficar com pouco tempo para almoçar...
Compreendi e fui solidária.
É que eu sei bem o que é perder uma hora de almoço... Por acaso naquele dia foi o que me aconteceu para poder ir à segurança social... ficar sem tempo para almoçar... para ser atendida mal e porcamente e a correr, duas horas e meia depois da espera.
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Num outro dia fui reencaminhada para um outro guichet diferente do qual me tinha dirigido. O guichet para o qual me mandaram estava vazio. Perguntei nas informações se não estava ninguém a atender no guichet para onde me tinham encaminhado. A resposta foi clara e precisa: "Nem sei quem é que lá está, mas acho que foi não sei aonde fazer uma coisa e volta já daqui a um bocado."
Esperei um bocado (20 minutos) e a senhora-que-tinha-ido-fazer-uma-coisa lá voltou e lá me disse que já tinha entregue todos os papeis, que já não era preciso mais nada. Gostei de conhecer esta senhora não-sei-quantas.
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Toda esta introdução para falar da Segurança Social online.
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Quando ouvi falar do serviço, juro que a princípio temi.
Pensei que pudessem terminar as longas manhãs de espera a ouvir as vidas alheias nas repartições. Pensei que iriam deixar de haver papeis e papelinhos e confusões com moradas, números de conta e etc, porque tudo iria poder ser feito na internet. Pensei que iriam acabar os contactos com as caras de frete obrigatórias de todos os funcionários que "labutam" nestes serviços...
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Felizmente todos podemos respirar de alívio.
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Não.
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Não vão desaparecer as filas, más-vontades, gente inútil, imbecil, irritante, incompetente,...
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Eu sei que quem pensa nestas coisas de simplex também não quer traumatizar o povo e fazer logo tudo muito fácil de uma só vez. Temos de ir com calma.
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Segurança Social online. Passo a explicar:
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Para começar, temos de nos registar no site e esperar cerca de uma semana pela senha de acesso (que não é facultada via email, para o caso de haver fraude, mas é enviada para a morada que a pessoa que se regista indica...).
Depois de finalmente receber uma senha de acesso digna de uma conta milionária num banco na Suiça, entramos no site e verificamos, com alegria, uma coisa extraordinária:
Há inúmeros serviços no site que podem ser realizados online, mas só podem ser realizados de segunda a sexta feira, entre as 8h00 e as 22h00!!!!!
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Viva Portugal.
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Gosto da ideia.
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Temos internet, temos serviços online, mas não abusem. Das 8h00 às 22h00 e durante a semana (não sei se funciona durante os feriados ou tolerâncias de ponto, mas duvido), que é para não criar maus hábitos!
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Por exemplo: posso alterar o número da minha conta bancária, mas se ainda forem 21h45! (porque eu acho que este serviço às 21h50 devem começar a arrumar os botões...)
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Posso consultar as minhas contrubuições, se não for Domingo! Posso até pedir o subsídio de desemprego, mas não às tantas da madrugada!
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Fiquei sem perceber se há um fuso diferente para os Açores, mas é possível...
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Fico contente por saber que até o servidor da internet da segurança social é funcionário público, apesar de já estar a trabalhar em horário bastante alargado...
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Este é o meu Portugalinho.
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Portugal Pró-fundo!
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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

No princípio era o verbo!

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Contracção...
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Eu contraio febre dos fenos
Tu contrais hepatite
Ele contrai malária
Nós contraímos os músculos
Vós contraís dívidas
Eles contraem matrimónio!
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Nunca é coisa boa. Mais vale descontrair...
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sábado, 4 de outubro de 2008

Os bois pelos nomes

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Tenho andado nem sei muito bem como, mas a coisa lá se vai arranjando, porque há cenas que coiso, e mesmo que tal e coiso, são incontornáveis. Por isso, pronto. Pá, é isso! Tá lá.
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sábado, 20 de setembro de 2008

Há dias assim...

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Não sei dizer porquê...
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Nem consigo especificar muito bem onde...
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Mas hoje sinto-me proparoxítona...
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Vou tomar um TRIFENE, a ver se me passa!
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sexta-feira, 25 de julho de 2008

Yiiiiuupiiie!

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Férias, finalmente.
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segunda-feira, 23 de junho de 2008

Venha o caldo verde e o bolo

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E a Broa!
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Mas gostava que o motivo da festa não fosse o São João. Primeiro porque odeio sardinhas, não lhes suporto nem (principalmente) o cheiro. E depois porque, afinal de contas, amanhã Portugal faz 880 anos.

Pois é, aquilo que qualquer Vimarenense sabe (e o resto do país faz por ignorar) é que foi num dia de S. João que D. Afonso Henriques, depois de ter chegado tarde a casa por ter passado a noite nas Fontainhas a andar de carrinhos de choque, pousou o martelinho e espetou com duas sardinhas na cara da mãe e ficou com a broa toda para ele, depois de a ter derrotado na Batalha de S. Mamede.
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Já que se comemora a Restauração da Independência, tinha alguma lógica que se comemorasse também o início da Independência... Digo eu! Se calhar trocava-se por um Corpo de Deus, por Todos os Santos ou por uma Imaculada Conceiçao... Sempre era um feriadito que nos deixava ficar até mais tarde a assistir em casa ao fogo de artifício na Ribeira transmitido em directo pela RTP.
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Sugiro que no S. João os adolescentes que se queiram emancipar, em vez de sairem de casa, expulsem as mães à força, para assim prestarem a sua homenagem e continuarem esta bela tradição começada por D. Afonso.
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E parabéns Portugal, apesar de a Batalha de S. Mamede não ter sido um jogo de futebol, foi uma vitória importante e, afinal de contas, 880 anos de país, mesmo com uns anitos de coma pelo meio, já é qualquer coisita...

domingo, 22 de junho de 2008

quase férias

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Ainda nem sei para onde vou, mas para a praia como as outras parece-me improvável... Não gosto de sentir a areia nos cascos nem do sol forte a bater-me nos cornos. Mas vá para onde for, ou fique onde ficar, eu quero é féééééééééééérias....


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terça-feira, 27 de maio de 2008

Na Irlanda

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Está muito frio, é tudo muito caro e eles não querem Lisboa para nada (pelo menos é o dizem os cartazes espalhados por tudo que é sítio em Dublin, até nas mamas das Irlandesas, que se passeiam fartas e desnudadas, nos decotes das respectivas, à noite pelas ruas da capital ...).
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A Irlanda é linda, mas venho a morrer de fome e farta de alcatifa até à ponta das orelhas...
Que mania esta de ter ácaros por animal de estimação...
Já não via tanta alcatifa desde 1987!
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Comprei umas botas liiiindas!
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domingo, 18 de maio de 2008

Há espera do céu

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Uma semana para o merecido fim-de-semana prolongado na Irlanda. Já me apetece fazer a mala. Mas, quando penso na pilha de trabalho que tenho de resolver até lá, para poder ir na paz do Senhor... Chiça, que mundo cruel, se o meu Deus existisse, só se tinha que fazer o trabalho que apetecesse...
Será que se eu me converter Ele atenderá à minha prece?
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Enquanto espero, bendigo ao Céu o dia do ano em que Deus tem corpo. Bem-haja e venha ele.
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quinta-feira, 1 de maio de 2008

Muita vontade de fazer pouco

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Por isso venho só dizer que no Sábado das duas para as quatro não devem perder ISTO (eu vou a Braga ver o espectáculo, depois sigo para Lisboa para ver Einstürzen na aula Magna e volto terça a Braga para a Diamanda Galas :P ).
Se quiserem ouvir o programa no Sábado podem fazê-lo AQUI.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Atchim...


Raios partam a Primavera!
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sábado, 12 de abril de 2008

Os astros

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Dizem que os astros falam...
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Eu nunca os ouvi, mas se calhar as drogas que experimentei não eram suficientemente fortes...
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Como será por dentro a cabeça de um católico que acredita na astrologia?
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Deus hoje mandou os capricornianos estarem indispostos, mas só os com ascendente em escorpião...
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Jesus disse: Bem aventurados os nativos de peixes, porque deles é a singular capacidade de comunicação.
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Não consigo...
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Por muito que tente, não consigo acreditar num ente superior que se transforma em pomba e anda para aí a fecundar mulheres virgens, nem que as pessoas que nasceram no mesmo dia, mesmo que em culturas completamente diferentes, tenham a mesma personalidade!
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E se houver duas parecidas, será um milagre do Senhor.
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Nota: Saber a posição dos astros para tentar descobrir se amanhã devo almoçar bacalhau ou vitela no forno.
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Como pode haver tanta gente aparentemente inteligente tão estúpida?
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P.S. Peço perdão pela minha arrogância, a culpa não é minha, é da influência de Marte na minha casa lunar, é incontrolável... Deus assim quis...
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segunda-feira, 24 de março de 2008

Descanso da vaca!

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A curtir as pseudo-férias (são só férias da parte da tarde), ao mesmo tempo que aproveito para curar a crise de sinusite.
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Pode parecer pouco, mas estes momentos de descanso (em que me baldo indecentemente de arrumar e limpar a casa e de adiantar trabalho para a semana) são do melhor.

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Já está o filmezito dentro do DVD, agora é só play e está a andar!

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Volto só se houver novidades.

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Quando o tempo não dá para mais nada...

Quando o tempo não dá para mais nada, roubo um bocado dele e fujo para aqui a correr só para deixar um beijo.
Porque tem de haver sempre tempo para um beijo, pelo menos para um só, quando já não há para mais nada...
E como um beijo vale mais do que mil palavras, ou mugidos, neste caso, cálo-me e beijo.
De olhos abertos, para ver de perto os olhos do beijo!