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Marradas, cornadas, coices e algumas lambidelas
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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Porrada!

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Ontem entro num Taxi em Fafe e peço para me levar para o Instituto de Estudos Superiores.
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Taxista - Vai para lá estudar, menina?
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Eu - Não, vou para lá dar aulas.
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Taxista - (cara de espanto) ?! Ai é professora.
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Eu - Sim.
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Taxista - E diga-me uma coisa, é verdade que agora os professores não podem bater aos alunos?
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Eu - (quase que me entalo) ?? Acho que sim..., mas eles também são maiores do que eu, mesmo que quisesse...
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Taxista - Pois, mas não está certo... Por isso é que agora não se aprende nada! Está mal. No meu tempo havia educação. Porque nos batiam!
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Eu - !!!!
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sexta-feira, 6 de junho de 2008

A Fé Cega

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Em matéria de fé e de religião, pode dizer-se que tive uma educação que me ensinou a ser fundamentalista.
Fundamentalmente porque o meu pai sempre me educou para ser céptica e ateia.
Apesar de ter duas avós catolicíssimas que sempre me tentaram converter e fazer acreditar que se não fosse baptizada, mais tarde ou mais cedo acabaria no Inferno (mal elas imaginavam que eu sempre gostei mais de cornos que de asas) e que me levavam com elas à missa e me contavam a história dos três pastorinhos para adormecer...
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Em casa o meu pai, com um ar distante, ia dizendo "Tu é que sabes, se te quiseres baptizar, dizes, e alguém te há-de baptizar...", com aquele seu ar de desprezo e de "se te apetece fazer parte da manada...".
O meu pai adora teologia. Conhece a bíblia e a história do Cristianismo como poucos padres. Sempre gostei de o ouvir contar as historietas da bíblia, misturadas com as da mitologia grega e romana e para mim é isso que as religiões são Mitologia!
Entendo que seja mais fácil nos momentos de aperto e desespero pensar que o nosso destino é conduzido, não pelo acaso, mas por um ente superior, que pondera o que faz e que tem uma missão especial para cada um de nós cumprir. Mas não deixo de julgar que é infantil pensar de tal forma e pouco inteligente...
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É aqui que eu me digo fundamentalista. Não entendo como se pode acreditar. Ter a certeza de tanto disparate. Não perceber que a fé é uma muleta, é um mecanismo que bloqueia o raciocínio. Não percebo como há tanta gente cega.
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Acho que o lógico, o normal é sempre não acreditar até prova em contrário... E não me lixem e não me digam que têm ou já tiveram provas... Não me façam rir!
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Estes meus julgamentos não são voluntários. São preconceitos, mas não consigo encontrar uma razão válida para pensar de outra forma. Porque esta minha fé de que não há espíritos, almas, magias negras, brancas, verdes ou às riscas, energias (com excepção das que a física estuda), talhamentos, bençãos, mostros do Lago Ness, virgens, pitonisas, santíssimas trindades, budas, mistérios, Covas da Iria, duendes, além, premonições, anunciações, assombrações, maldições, superstições, reencarnações, pragas, profetas, anjos, karmas, amuletos, marés de sorte e de azar, instintos, extra-terrestras, voodus, candomblés, rezas, velas, incensos, destinos, pensamentos positivos ou negativos, vegetarianismos, yogas, rastas, tarots, signos, ou o diabo que os leve, continua até à data inabalável.
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Conheço imensa gente que considero inteligente e respeito que acredita em coisas que para mim são estranhíssimas. E o facto de acreditarem, faz com que eu ache que não usam totalmente a inteligência que têm (aliás, não acho, tenho a certeza).
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Este é o meu dogma.
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A minha prepotência e certeza absoluta será tão grande quanto a de um católico perante alguém Testemunha de Jeová.
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Sei que a minha fé é a verdadeira e todos os outros estão enganados e que, mais tarde ou mais cedo, vão ter de ver a luz. E quando chegar a hora da verdade, vão descobrir que o paraíso e o inferno é a RAZÃO!
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Junte-se ao Culto Cétpico. Reunimos Sábado à noite, num bar simpático perto de si. Aceitam-se donativos para a causa.
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segunda-feira, 3 de março de 2008

Os mamíferos!

O poder não estás nas mãos dos homens, nem tão-pouco nas das mulheres.
O poder está do lado das senhoras sim, mas no decote. Ou melhor, no que o preenche.

É verdade. É um facto (pode questionar-se a base científica desta afirmação, mas ela assenta toda na minha capacidade de especulação, que não deve, de maneira nenhuma, ser subestimada).
As mulheres transportam ao peito a capacidade de dominar o mundo. Nem todas é certo e umas mais (ou muito mais) do que outras, mas enquanto a gravidade não faz das suas, é muito fácil para uma mulher persuadir um homem, levá-lo a satisfazer-lhe todos os caprichos.

Não sei se há algum instinto de preservação da espécie inconsciente nos homens, que os faz ver numa mulher de peitos fartos uma boa fonte de alimentação para futuros filhos (e até para si próprio, em tempos de crise...) mas, de facto, a esmagadora maioria deles está a marimbar-se para a inteligência, cultura ou simpatia de "quem sai ao pai" em matéria de glândulas mamárias.
Freud provavelmente diria que é uma transferência da imagem materna para o objecto de desejo, mas convenhamos que, na prática, a relação deles com os nossos peitos, é tudo menos filial...

Eu, como muita gente de bom-senso e educada para ter alguns escrúpulos, evito abusar desta arma poderosa, mas a verdade é que já se revelou imprescindível em situações mais complexas e não as trocava por nada deste mundo...

A meu tempo terei que descobrir outras formas de corrupção (porque tudo que é bom acaba depressa), quando esta venha a revelar-se a única saída, mas por enquanto sabe bem ter a confiança de que se tudo o mais falhar, há ainda dois planos B...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Lar doce lar

As pessoas e as casas ou as pessoas são como as casas

Há pessoas que são como a Nossa casa. O Lar. Conhecemos cada cantinho, cada cheiro, cada rodapé solto, cada parede esmurrada. E é tão bom chegar a casa, à nossa casa, no fim de um dia estafante de trabalho.
Ter dois braços abertos, quentinhos, e mesmo que nessa semana nos tenhamos esquecido de limpar o pó, é a nossa casa. Podemos refastelar-nos no sofá, pôr os pés em cima da mesinha de apoio, calçar as pantufas ou andar descalços, porque a casa é nossa.
O conforto que nos dá torna irrelevantes os pequenos defeitos como a porcaria da exautão da cozinha, ouvir os vizinhos do primeiro andar bater a porta, quando se mora no sétimo... com o tempo habituamo-nos e esquecemos esses pormenores.

O hábito também traz alguma preguiça. É preciso ter cuidado, porque como é a nossa casa, podemos deixar a mesa da sala parecer um monte de papéis, a cama por fazer, não lavar a louça do almoço,... mas se começarmos a abandalhar demasiado, a nossa casa começa a tornar-se desconfortável, e as pessoas ressentem-se, quando não as aspiramos há mais de quinze dias.
Podemos compensar com uma daquelas limpezas gerais que depois só nos faz apetecer ficar a comtemplar as janelas reluzentes, sentar no sofá sem amarrotar e sentir o cheirinho a lavado, a olhar para ele enquanto dorme, sem tocar, só olhar; mas o melhor é investirmos em pelo menos uma limpeza semanal, para não deixar acumular.
E no caso das pessoas, não devemos deixar as limpezas ao cuidado da mulher-a-dias... Há que ter muita cautela, e as mulheres-a-dias partem muita louça sem querer...

É tão bom, quando apetece mesmo limpar a nossa casa.
A nossa casa...

Mas às vezes é preciso mudar.
Porque a casa se tornou pequena, porque há mais alguém a morar lá e o espaço não nos chega, porque nos baldámos na arrumação e se tornou desconfortável, porque não conseguimos pagar a renda, porque fomos despejados, porque nos apaixonamos por uma moradia...
E cada mudança é realmente um trauma. E aí as pessoas já não são bem como as casas. Porque custa muito mais mudar os sentimentos do que carregar dez frigoríficos para um décimo andar sem elevador. Ter a vida em caixotes, o coração na casa nova, os miolos num armazém, a saudade repartida entre livros e cds na casa antiga,... Custa tanto que às vezes perdemos a coragem de mudar, e vamos ficando! Mas há que ter tomates, ultrapassar os traumas, e ajuda muito quando a próxima casa é muito mais quentinha do que a anterior...

Há sempre uma fase de adaptação à casa nova, porque no início, ainda não é bem nossa, porque não trouxemos tudo da casa velha, porque as nossas coisas ainda não se encaixam completamente na nova arquitectura. É preciso estudar, perceber de que lado fica melhor a estante, o que dizer quando ele acorda com a trovoada...
Mas quando a casa nova passa a ser a nossa casa...

Não há casa como a nossa.

Agora vou desemplasticar as almofadas novas que comprei para o sofá. Já tem uns anos, o sofá, mas ninguém me abraça e faz sentir em casa como ele!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Os pijamas

Adoro Pijamas. São uma boa ideia. Quentinhos, confortáveis... O conceito de pijama é inteligente. Foi boa ideia, de quem a teve, inventar o pijama. Gosto de pijamas. Gosto da palavra pi-ja-ma. Dão um ar sexy, mas ternurento a quem os usa (quem não sentiu ternura pelo Major Valentim Loureiro quando o viu, em directo para o Jornal da Tarde, com o seu vestido...). Dão um ar desamparado e inofensivo... Deve ser por isso que está na moda usá-los como roupa do dia-a-dia.
Tenho vários pijamas. Mas não os uso para dormir. Tão-pouco os uso como roupa do dia-a-dia!
Uso-os pouco. Essa é que é a verdade. E tenho bastantes (principalmente, tendo em conta que os uso pouco), ainda neste Natal me ofereceram três!
O facto é que eu só uso os pijamas para enrolar as calças nos pés para dormir quando está mesmo muito frio.
Às vezes também os visto antes de me deitar. Para ficar com ar de quem "ai já vestiste o pijaminha, agora vais para a caminha". E vou. Tiro o pijama, e vou para a cama.
Também visto um pijama quando tenho de ir à casa-de-banho durante a noite. Podia usar antes um roupão, pois podia... Mas perdia uma boa oportunidade para usar o pijama.
Tenho também uma reserva de roupa interior para "aqueles dias do mês". São enormes cuecas de algodão, já sem ou com pouquíssimos elásticos, ideais e confortáveis para dormir.
Por causa disso, no outro dia, ouvi o seguinte comentário: «Ia comprar-te uma lingerie, mas não havia em segunda-mão».
Apelo à comunidade: Vamos voltar a pôr as ceroulas na moda. Ceroula é sexy! Pelo menos durante cinco dias por mês...

domingo, 20 de janeiro de 2008

Conversa pouco fiada...

Duas crianças de quatro anos.

Uma diz que vai ter um irmãozinho. Que já está na barriga da mãe, ao que a outra responde: «Eu não tenho irmãos porque o meu pai põe "pusotominhos"».

Eu, ingénua pergunto: «Põe o quê?», diz-me ela, muito profissional: «"pusotuminhos", são umas chiclas que o meu pai cola na pila para eu não ter irmãos.».
Esclarecidos?!

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Sexo, sexo, sexo… menham menham! : ))

No princípio há a paixão. Estamos sôfregos, trengos às vezes e até um pouco brutos de tanto tesão (pode dizer-se tesão sem parecer palavrão?). Grita-se, morde-se, passam-se noites em claro, experimentam-se todas as posições e opções, fazem-se promessas para a vida, escondem-se os defeitos …

Depois vem o carinho,… depois passa-se à acção quase sempre naquela posição mais confortável, ou que é mais prazeirosa para os dois, até que aos poucos acontece cada vez menos vezes, até chegar ao já se sabe como é que começa só não se sabe quando é que acaba, mas, vê lá se te despachas que eu ainda tenho que ir passar a roupa para vestir amanhã a ferro!

No fim vem a história do somos muiiiito amigos. Beijinhos e boa noite. E beijinhos pequeninos, não vás tu achar que eu estou com ideias e entusiasmares-te…

Quer dizer, nem sempre é este o fim, por vezes há o triste epílogo, em que uma das partes procurar a festa noutra freguesia, e depois vêm as acusações, tu já não me satisfazias, tu já não me procuravas, tu já não me achas atraente, etc, etc, etc…

Ou então aquelas sugestões estranhas, tipo, trazer uma amiga ou um amigo, swings, pessoas a assistir, enfim, sintomas de que há algo de muito podre no reino da Dinamarca!

A minha receita caseira (tudo a olho e qb, não há quantidades pré-definidas):
Começar logo no início, na fase da paixão. Por muito que se queira impressionar, não se devem gastar logo os trunfos todos.

E (isto é para as meninas) de cada vez que eles fazem aquela cara de macho compenetrado muito viril e hiperpotente, durante o acto, é obrigá-los a rir.

Obrigá-los a tirar aquele ar de “Stalone a tirar uma bala da perna com uma faca” que só dá, efectivamente para rir! Para ficar tudo menos tenso, mais à-vontade.

Surpresas: umas botas de cano alto (essenciais) e uma lingerie tigrês ou fantasia de coelha (à venda em qualquer loja de chineses, lavar muito bem antes de vestir, ou existe o sério risco de infecções e a brincadeira perde a piada). Não porque é sexy, porque não é. Mas dá vontade de rir.

De vez em quando encher-lhe os bolsos de notas de monopólio, estipular uma tabela de preços para os vários serviços, e obrigá-lo a pagar! Sem ser muito careira. “Preço especial para cliente habitual”! 500$00 por noite como plaffon máximo (o meu monopólio é em escudos...).

Arrancar-lhe a roupa com os dentes. Pô-lo a falar com o serviço de clientes da TMN enquanto se tenta distorcer-lhe a voz ou pô-lo a gemer com manobras várias…

Preservativos fluorescentes que brilham no escuro e fazem o “nosso amigo” parecer o ET mais gordinho, preservativos com porquinhos na ponta e que tocam os parabéns. Também há com passarinhos e gatos e outras músicas, inclusive pop-rock.

Noites temáticas (tipo noite árabe, noite José Cid, noite dos vampiros, noite desenhos animados, noite Assembleia da República, etc.), ou manhãs, ou tardes!!! De tarde é óptimo para quem se tem que de levantar muito cedo e à noite está cheiinha de sono, como eu! Surpreendê-lo ao almoço, ou antes do jantar. Barrada com chantily, ou se ele gostar mais, coberta de pistachios e amendoins (descascados) e a segurar uma cervejinha fresca entre as coxas (tirar do frigorífico só quando ele estiver para chegar, para não aquecer).

Sítios diferentes, num elevador, na mala do carro, no meio do monte, no alto da torre de um castelo (pode fazer-se um roteiro turístico pelos castelos de Portugal), debaixo de água, na casa de banho de uma enfermaria de hospital… às vezes nem dá muito jeito, mas acontece… e é engraçado, e estas são as que vão ficar na memória dos dois, e as que dão para mais tarde recordar a rir.

Rir ajuda a criar laços fundamentais como a cumplicidade e a ternura. São os pequenos segredos engraçados em comum e que não nos atrevemos a partilhar com mais ninguém. E acima de tudo, quando se apaga aquela chama inicial da paixão, aquele tesão a toda a hora, fica uma ternura imensa pela pessoa, ternura que é capaz de reacender a chama a cada momento.

Penso que é mais fácil que as provocações partam da mulher do que do homem. O homem, por limitações e tabus sociais tem mais pudor em relação a muita coisa, ou há mais pudor em relação ao homem (por exemplo, eu não ia gostar de chegar a casa e ver um homem vestido de tigrês e forrado com rodelas de ananás à minha espera. Não ia ser excitante… muito menos se não soubesse quem era...).

Ao princípio eles dizem, “eu não ligo nada a estas coisas”, mas aos poucos rendem-se e alinham logo nas brincadeiras. Acho que uma gulosa gargalhada é mil vezes mais excitante que um olhar "penetrante" (se bem que esse olhar a mim também me dá vontade de rir) e não há nada que nos deixe mais feliz e com o coração a transbordar de cheio e e e...

Acho que a libido está muito relacionada com o humor. Quando se está triste ou mal disposta há naturalmente pouco apetite sexual e apetece mais estar só. Já quando se está divertida, ou virada para a brincadeira…

Mesmo para os menos desinibidos é possível, a timidez combate-se com o humor, arranjado “truques” para vencer o pudor que pode rodear determinadas questões. Porque a verdade é que a brincar, ninguém leva a mal.

No sexo vale tudo, desde que seja de comum acordo. Só não vale ceder. Nas relações, sim, há que ceder e dar o braço a torcer, na cama não. Substituir, compensar, mas fazer fretes nunca!

E claro que nem tudo são rosas, nem compatibilidades e há muita coisa em que não há acordo e também há chatices e discussões, mas nada melhor do que fazer pazes… e lá se acaba sempre por rir e conseguir ultrapassar os maus momentos. E mesmo que as coisas não durem, mesmo que as coisas deixem de resultar, pelo menos esquecer os bons momentos vai ser difícil. Pelo menos estimulou-se a criatividade. Pelo menos comeu-se mais fruta.

Gargalhem, soltem a franga, a vaca tresloucada que há em vós.

E digam que sim, se vos perguntarem "andas a brincar comigo?".

Acima de tudo, divirtam-se.

Eu acho que o mundo seria melhor, se ninguém se levasse a sério.


P.S - O texto já não é novo (eu não tenho tempo para coisas novas...), está a modos que reciclado, mas julgo que se tratam de bons conselhos e o assunto, esse é sempre actual!